Economia Criativa e politicas Culturais

O nosso post de hoje é o um convite ao empreendedor. Já faz um tempinho que nós queremos falar sobre economia criativa.

Em 2012 foi criada pelo Decreto 7743, de 1º de junho de 2012, a Secretaria da Economia Criativa (SEC) tem como missão conduzir a formulação, a implementação e o monitoramento de políticas públicas para o desenvolvimento local e regional, priorizando o apoio e o fomento aos profissionais e aos micro e pequenos empreendimentos criativos brasileiros.

O objetivo é contribuir para que a cultura se torne um eixo estratégico nas políticas públicas de desenvolvimento do Estado brasileiro. No Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), a SEC coordena quatro setoriais: Artesanato, Arquitetura, Design e Moda.

Economia Criativa

A primeira definição do termo foi desenvolvida pelo autor inglês John Howkins no livro The Creative Economy, publicado em 2001, segundo a qual as diversas atividades que compõem essa economia têm uma coisa em comum: são os resultados de indivíduos exercitando a sua imaginação e explorando (ou precavendo-se de que outros venham a explorar) seu valor econômico.

Segundo especialistas, trata-se da inteligência de novos modelos de negócios e processos, novas tecnologias decorrentes da criatividade, imaginação e inovações constantes. No entanto, ao enfatizar a criatividade, a imaginação e a inovação, a economia criativa vai além de produtos, serviços e tecnologias, englobando também processos, modelos de negócios e gestão.


Aproveite e participe da palestra e dos cursos do Sebrae Es para capacitação dos núcleos produtivos de economia criativa no Espírito Santo. Acontecerá no dia 20 de março, as 14 horas no auditório do Sebrae ES , um Bate Papo com Marcelo Dantas sobre economia criativa e políticas publicas.
  
Em breve nova turma pela manhã de planejamento estratégico do  Sebrae ES.

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